LIDERANÇA CRISTÃ: breves notas
   
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LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO

 

O excelente livro OS SETE HÁBITOS DE PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES, Stephen R. Covey fala da “ética da personalidade” e da “ética do caráter” como as duas vias possíveis para a nossa motivação, seja na vida pessoal, seja na vida profissional, e, claro, quando nos propomos a fazer a Obra de Deus.

 

Na “ética da personalidade” busca-se a autopromoção e para isso vale tudo: mentir, manipular, fazer jogo de cena, procurar agradar a todos, dizer o que todos querem ouvir, agir por conveniência, não é ético, não ser leal, procurar derrubar o outro, mesmo que para isso precise mentir ou acentuar suas deficiências/defeitos em detrimento das qualidades... Já na “ética do caráter” o que vale são os princípios, a lealdade, a integridade, a verdade, o jogo aberto... E nós, enquanto líderes, iremos trilhar um desses caminhos. “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo          ”. (Fp 2.3)

 

Quando olhamos para 1 Co 3.11-14 temos: “Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão”. Aqui Paulo nos fala da motivação daquele que se propõe a trabalhar na Seara do Senhor.

 

Vejamos o sentido dos materiais citados por Paulo:

1. Ouro: representa o trabalho realizado com vistas a promover a gloria de Deus; que é feito com qualidade, durabilidade e pureza;

2. Prata: representa o trabalho realizado objetivando o resgate dos perdidos; é um trabalho com qualidade e resistente;

 3. Pedras preciosas: representa o trabalho realizado na orientação do Espírito Santo; visando o Fruto do Espírito e a frutificação dos dons do Espírito;

 4. Madeira: representa o trabalho realizado na força humana, na auto-suficiência humana; realizado sem oração e sem a assistência do Espírito Santo;

 5. Feno: representa o trabalho que é realizado de forma esporádica, sem consistência e só quando o tempo lhe é favorável;

 6. Palha: representa o trabalho que é realizado por mera aparência, para a autopromoção; sem conteúdo.

 

Vamos, cada um de nós, nos lembrar da “ética do caráter” e de trabalhar com materiais nobres como o ouro, a prata e as pedras preciosas, quando estivermos executando nosso trabalho na Obra de Deus.

 

Pr. Medeiros



Escrito por Pr. Medeiros às 12h38
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QUAL O SEU TEMPERO?

 

Há em cada um, uma marca que o distingue, essa marca é chamada “temperamento”, o que alguns chamam de “gênio”. A seguir está um resumo de cada temperamento para você verificar em qual deles você se encaixa; lembre que geralmente se tem dois temperamentos predominantes – quais são os seus?

 

Num projeto o sanguíneo faz a propaganda; o colérico põe as coisas em andamento e fiscaliza; o melancólico idealiza e ver os detalhes e o fleumático é o “peão”. O sanguíneo é do tipo que faz a festa e que é muito curioso; o colérico é metódico e objetivo; o melancólico é perfeccionista e analítico; o fleumático é prudente e auto-controlado. O sanguíneo não é objetivo e é indisciplinado; o colérico é objetivo e disciplinado; o melancólico demora a fazer amizades e sabe ficar no “seu quadrado”; o fleumático é lento e gosta de rotina. O sanguíneo não finaliza o que começa, é explosivo e depende da aprovação dos outros; o colérico aborrece-se facilmente, é cerimonioso e impaciente; o melancólico é auto-suficiente, egocêntrico e reservado; o fleumático é frio, distante e indeciso.

 

O sanguíneo, devido sua incapacidade de concentrar-se em um objetivo específico e sua natural indisciplina, tem aversão a planejamentos, a regras e a horários; o colérico acha imperdoável não se cumprir o que foi combinado, acha essencial ter um plano a ser seguido e valoriza regras; o melancólico é perfeccionista, detalhista e dedicado; e o fleumático é cumpridor dos deveres, busca a praticidade e é calmo. O sanguíneo busca agradar a todos e ficar “bem na fita”; o colérico acha mais importante a satisfação do trabalho feito do que a opinião alheia; o melancólico é focado na perfeição; e o fleumático relaxa e deixa acontecer. O sanguíneo é barulhento, impulsivo e medroso; o colérico é insensível, impaciente, prepotente e astucioso; o melancólico é anti-social, vingativo, inflexível e amuado; e o fleumático é calculista, desconfiado, desmotivado e indeciso.

 

O apóstolo Pedro era sanguíneo, tendo todas as qualidades e defeitos próprios de seu temperamento; mas mesmo assim Deus o aperfeiçoou e assim ele foi uma benção para o Reino de Deus. O apóstolo Paulo era colérico e mesmo com todas as vantagens e desvantagens desse temperamento o Senhor fez dele o grande sistematizador da fé cristã. Moisés era melancólico e apesar dos pontos positivos e negativos desse temperamento, Deus fez dele o libertador do povo hebreu do Egito e o legislador da fé judaica. Abraão era um fleumático e mesmo com as vantagens e desvantagens desse temperamento, Deus o fez pai de uma grande nação e dos que andam por fé e não por vista. O mesmo é com você, apesar de você ser quem é e de como é, Deus quer fazer uma grande obra através de você. Deixe o Senhor trabalhar em sua vida!

 

Qual o seu temperamento? Onde você se encaixa? Quando a gente se conhece melhor, temos condições de nos tornar melhores, fica mais fácil errarmos menos e podemos potencializar nossas qualidades! Lembre que Deus, através do Fruto do Espírito (Gl 5.22,23), aperfeiçoa o nosso temperamento – isso porque o Senhor não nos despersonaliza, Ele nos aperfeiçoa!

 

Pr. Medeiros   



Escrito por Pr. Medeiros às 08h52
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A IGREJA QUE P.E.S.C.A, PESCANDO...

 

FOCO 1 – Proclamação: anunciar as Boas Novas para alcançar os perdidos para Cristo. Para esse fim você precisa ver nas suas amizades um grande campo missionário e deve empregar todos os meios possíveis para conduzi-los a Jesus; fale mais de Deus para eles, repense seu jeito de conversar, brincar e se divertir; fale do que Deus tem feito em sua vida e na vida de outros; mande torpedos e email com pequenas mensagens evangelísticas; faça de seu MNS e de seu Orkut um recurso de propagar o Evangelho. Antes de evangelizar seus amigos, ore por eles apresentando-os a Deus e pedindo a ação do Espírito Santo na vida deles. Seja mais amigo de seus amigos e visinhos. Fale do quanto é bom participar das atividades de nossa igreja e os traga ao templo, e ao trazê-los, apresente-os aos irmãos; cuide para que os visitantes se sintam “em casa”. Não se deixa um convidado isolado, assim ele nunca mais voltará.

 

FOCO 2 – Edificação: cuidar para que o irmão cresça na graça e no conhecimento a fim de chegar à estatura de Cristo é dever de casa crente. Essa edificação começa quando evitamos brincadeiras de duplo sentido; quando deixamos de usar palavras e piadas indecentes; quando não falamos dos outros; quando não criticamos; quando focamos nas qualidades das pessoas. Promovemos a edificação do irmão quando o motivamos para estar na igreja, participando das atividades da igreja; quando convidamos o irmão para orar e estudar a Palavra juntos. Edificamos os irmãos com nosso testemunho; tolerando e ajudando aos fracos na fé, estendendo a mão a eles para que se levantem; entendendo que a igreja não é lugar de pessoas perfeitas, mas daqueles que buscam, em Cristo, superar sua depravação espiritual e quando entendemos que a igreja deve ser terapêutica e não punitiva.

 

FOCO 3 – Serviço: fomos salvos para servir – servir a Deus e uns aos outros. Nesse servir precisamos todos descobrir e exercitar nosso dom para a glória de Deus – cada crente tem um dom e prestará contas a Deus pelo que fez ou deixou de fazer. Ajude a seu irmão a descobrir e vivenciar seu dom. Quando um irmão fizer bem algo na igreja mostre isso para ele, motivando-o a orar, se dedicar e permanecer humilde na presença de Deus. Entenda e mostre ao outro que o dom de um se completa com o dom do outro e que quando todos exercitam seu dom, a igreja cresce sadia e frutifica. Não tenha inveja ou ciúme de seu irmão que esta fazendo a Obra de Deus. Não sinta-se dono da igreja ou de um ministério – tudo é de Deus e para Deus, nós somos apenas servos!

 

FOCO 4 - Comunhão: igreja é lugar de interação, de criar laços, de tolerar as diferenças individuais e não querermos impor nosso estilo de vida; é lugar de saber viver na diversidade sem fazer acepção de pessoas e nem de ter “panelinhas”. Igreja é lugar de ter tudo em comum, de partilhar alegrias e tristezas; é lugar de se encontrar apoio e encorajamento para levarmos a cruz, de termos nossas feridas e mazelas tratadas. Não seja falso, não faça fofoca, não seja “leva e traz”, não deixe de perdoar... Visitem-se uns aos outros, telefonem-se, mandem torpedos uns para os outros, mande e responda aos email e as mensagens do Orkut, presentei, abrace, seja agradecido... Comunhão não é ajuntamento de pessoas, comunhão é um estado de espírito. Comunhão não é teatro!

FOCO 5 – Adoração: para isso fomos criados! Quando você segue os passos acima apresentados você esta adorando a Deus – adoração não é ritualismo humano, adoração é algo que vem da alma, da essência de cada um. Faça da sua vida, de seus relacionamentos e do seu agir uma continua e eterna adoração ao Eterno de Israel. Cultue a Deus evangelizando, discipulando, exercitando seu dom, vivendo o amor cristão, sendo reverente e deixando Deus reinar em sua vida.

Pr. Medeiros

 



Escrito por Pr. Medeiros às 15h22
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Pecados Capitais de um Líder

 

 

Segundo John H. Zenger e Joseph Folkman em seu livro The Extraordinary Leader ( O líder extraordinário), os itens encontrados com maior freqüência nas avaliações dos líderes menos eficazes são:

 

1° Incapacidade de praticar o autodesenvolvimento, isto é, de aprender com os próprios erros;

 

2° Falta de habilidades e competências interpessoais fundamentais;

 

3° Deixar de inovar ou promover mudanças devido a não abertura a idéias novas ou diferentes;

 

4° Não focar em resultados e não assumir responsabilidades por estes;

 

5° Deixar de tomar a iniciativa.

 

 

Incapacidade de praticar o autodesenvolvimento e de aprender com os próprios erros:

Um líder com essa inabilidade apresenta maturidade profissional inadequada, ainda mais levando em conta sua responsabilidade enquanto gestor de pessoas, pois antes de ser um gestor de processos é um gestor de gente. E se não consegue aprender com os erros cometidos, terá dificuldades em ter uma equipe de alto desempenho já que a equipe é "espelho" do líder.

 

Inabilidade em relacionamentos interpessoais fundamentais:

Se um líder não ouve, não comunica e nunca acha que está errado certamente isso refletirá no seu relacionamento não só com sua equipe, mas também, com seus pares e superiores.

 

Não abertura a idéias novas ou diferentes:

Aqui parece prevalecer o receio do líder no qual se a idéia não partiu dele, não serve. Isso denota insegurança mesmo porque o líder não pode querer saber tudo, não é um super-homem.

 

Não focado em resultados e não assumir responsabilidades:

Se o líder não é focado em resultados sua permanência está a perigo, pois, isso refletirá nos objetivos da área e seu superior tomará alguma providência cedo ou tarde. E se o líder não assume responsabilidades que são inerentes à sua atividade, o caos está instalado.

 

Deixar de tomar a iniciativa:

Mesmo que ele não tome qualquer iniciativa, alguém tomará por ele, e uma das iniciativas tomadas será o seu desligamento. Aqui vale o ditado de que "se você não tomar conta da sua vida, alguém o fará por você".

 

Conclusão:

Um aspecto interessante a ser notado nos pontos mencionados é o de que todos eles estão diretamente ligados ao comportamento do líder, ou seja, são aspectos internos relacionados às suas crenças enquanto pessoa.

 

Nesse caso, o próprio líder tem as condições necessárias de alterá-los, tendo total autonomia para isso. Porém, para que tal ação ocorra, terá que ter humildade e vontade, despindo-se das suas 'verdades' inquestionáveis.

Liderebrasil.com



Escrito por Pr. Medeiros às 15h43
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LIDERASMOS E LIDERANÇA EM ADJETIVOS

O Dicionário Houasiss define adjetivo como palavra de natureza nominal que se junta ao substantivo para modificar o seu significado, acrescentando-lhe uma característica. Usamos adjetivos melhorar o entendimento de algo. Carro é apenas um carro qualquer. Acrescendo novo ou velho, compacto ou grande, próprio ou alugado, ajudamos a distingüi-lo entre os demais. Adjetivar é, portanto, ferramenta poderosa de comunicação. Esclarece. Distingue. Informa. Mas nem sempre.

No que se refere a liderança, por outro lado, o uso de qualificadores poder ser uma contribuição imensamente negativa quando segregando suas qualificações se dá a impressão de serem tipos distintos, Liderança Isto ou Liderança Aquilo, quando, na realidade, são todos gomos de um mesmo fruto: liderança sem adjetivos.

Criando, inclusive, o estilo de liderança da moda, embora liderança seja atemporal. As qualidades da liderança para Adão e Eva são exatamente as mesmas para todos seus descendentes. Não são para serem exercidas assim agora hoje e semana que vem assado.

Julguei, por isto, oportuno, rever estes qualificadores reorganizando-os sob uma perspectiva ampla, integrada, e principalmente, perene.

Liderança Servidora. Falando em moda, aqui no Brasil, a liderança da moda é a servidora. Resultado provável do merecido sucesso dos livros de J.C.Hunter (O Monge e o Executivo e Como se tornar um líder servidor), que tem feito alguns acreditarem ser ele o pai da idéia que liderar é servir. Ledo engano. Se o termo tem pai, é Robert K. Greenleaf, que, em 1977, recuperou modernamente a importância desta qualidade em seu livro Servant Leadership. Por sua vez, o próprio Greenleaf afirma a influência de uma obra de 1932, Viagem ao Oriente de Hermann Hesse. Sinais evidentes de que a liderança servidora é bem mais antiga do que se pensa.

Minha primeira referência histórica de liderança servidora é Jesus Cristo no Capítulo 20 de Mateus. Ainda que existam registros históricos anteriores, essa continuará sendo importantíssima. As razões não são poucas.

Primeiro porque destaca o paradigma de liderança vigente (liderar é dominar liderados):  “Sabeis que os governadores dos gentios os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles”. Segundo, rompe com esta linha e afirma que seus seguidores deveriam agir de forma diferente: “Não será assim entre vós”. Terceiro, inaugura uma nova visão do que é liderar - líderes deviam servir, não dominar: “Qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo”. Quarto, porque Jesus apela para si mesmo como exemplo, que sua missão seria marcada por este tipo de liderança: “assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir”.

E, finalmente, define o limite (ilimitado) desta atitude: dar sua própria vida a favor do outro “e para dar a sua vida em resgate de muitos”.

Portanto, parece fácil notar a relação pleonástica entre serviço e liderança. Não há liderança sem serviço. A questão é quem serve a quem. Se o líder aos seus liderados, ou se é o falso líder, o tirano, quem se serve dos liderados para atingir seus interesses.

Liderança Transformadora. Liderança rima com mudança, mudança com liderança. Basta pensar na inutilidade de líderes quando se quer manter as coisas como sempre foram por aqui.

São os momentos de crise, instabilidade, transformação, de grandes desafios o habitat apropriado para o florescimento de um líder. É, por isto, fácil aceitar Gandhi como líder nos riscos e dificuldades do povo indiano na luta pela independência do Império Britânico e Martin Luther King defendendo os direitos civis dos negros norte-americanos. Difícil é associar liderança com burocrata fechado em salinha escura carimbando via amarela. Empurrando suas responsabilidades e existência com a barriga - a propósito, a única coisa em visível desenvolvimento em sua vida.

E já que se não transforma, não lidera, quem pensa que lidera, é fácil entender porque liderança transformadora também é um liderasmo.

Liderança Capacitadora. Se liderar é transformar, transformar é, necessariamente, em algo novo. Incluindo no novo, a preparação dos que para o novo irão. Preparação que ocorre entre o agora e o novo. Porque o novo mesmo só acontece fora quando acontece dentro de cada um dos envolvidos. Toda transformação acontece sempre primeiro em alguém. Houve primeiro roda na mente de alguém antes de se fazer as coisas rolarem, cadeira antes que alguém pudesse sentar em uma, avião na mente de Santos Dumont, muito antes do primeiro vôo do 14Bis.

A transformaçãovem sempre pela capacitação. Primeiro do líder que se capacita, e depois pelos que ele capacita. Capacitar não é, por isto, opção nem talento especial de alguns líderes, capacitar é parte essencial da liderança.

Liderança Visionária. Etimologicamente, líder, em português, vem de leader, em inglês, agente do verbo to lead, cujo sentido segundo o Webster é, to guide on a way especially by going in advance - conduzir por um caminho, especialmente, indo à frente.

Assim liderar sem saber para onde vai e, ainda por cima indo à frente, é ser candidato certo a primeiro a cair no barranco. O que me faz relembrar  o conselho que dou a todos aqueles que participam dos meus workshops de liderança: “Se não sabe para onde está indo, não leve ninguém com você. Se não sabe para onde o outro está indo, não vá com ele”.

É apenas a quantidade imensa de gente que recebeu o título e os privilégios de liderar, muito antes de receber a visão e a quantidade de estragos que provocaram, o triste quadro que nos leva a chamar a atenção para esta qualidade. Líder que não sabe para onde vai, nem sabe como responder os porquês da ida, não é líder, é apenas mais um dos perdidos a espera de um verdadeiro líder que os tire do meio da floresta.

Visão é resultado de bússola moral e existencial, recurso exclusivo de gente que já se encontrou, primeiro, dentro de si mesma, para em seguida encontrar seu papel na história e, poder assim, ajudar outros a encontrarem os seus.

Liderança pelo Exemplo (ou Inspiradora). Nada podia ser mais óbvio do que a importância do líder dar o exemplo, melhor, a importância do líder ser o exemplo. Afinal, liderar, tem muito menos a ver com que o líder faz e infinitamente mais com quem líder

Óbvio nada. Quando liderar estar  tão arraigado à idéia de hierarquia e topo da hierarquia, com ser o Número 1, com ser o mais importante, o melhor, o maior, o que tem mais, o que chega primeiro. Tudo associado ao que se faz, não ao que se é, fica difícil entender a importância de ser o exemplo.

Liderança, porém, deve ser entendida como um tipo muito especial de epidemia altamente contagiosa, em que as melhores características da liderança são transmitidas àqueles em contato íntimo com verdadeiros líderes. Razão pela qual se falar de liderança pelo exemplo ser tão absolutamente desnecessário.

Liderança sem adjetivos. Não me entenda mal, não menosprezo nenhuma das qualificações mencionadas. Servidora, transformadora, capacitadora, visionária e inspiradora são qualidades muito desejáveis no exercício da liderança. Mas são todas essenciais, integradas, interdependentes. Não substituem umas às outras, nem subsistirão sozinhas.

Desenvolver-se como líder, é sempre, enfim, o resultado de uma viagem interior, um mergulho nas águas profundas de nós mesmos. Viagem tão arriscada quanto fascinante, em que o explorador busca a arca do tesouro de seu eu mais completo. E, mesmo depois de encontrá-la, será sempre através de sucessivos mergulhos, que pouco a pouco, trará à superfície seus preciosos achados.

Eduardo Cupaiolo



Escrito por Pr. Medeiros às 15h39
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Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. (2 Tm 2.15)

 

Procura con diligencia presentarte á Dios aprobado, como obrero que no tiene de qué avergonzarse, que traza bien la palabra de verdad. (2 Tm 2.15)



Escrito por Pr. Medeiros às 16h59
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10 DICAS PARA OS LÍDERES:

01. SER LÍDER É: ser capaz de influenciar pessoas, de envolvê-las em um projeto, de fazer uma equipe funcionar produtivamente. Algumas pessoas já nascem com o potencial para a liderança e outras desenvolvem essa capacidade com o tempo...

02. TIPOS DE LÍDER: 1. Líder capacitador: sua habilidade é para ensinar e treinar seus liderados e depois enviá-los ao campo de batalha; 2. Líder realizador: ele vai a frente de seus liderados e faz junto com eles; 3. Líder motivador: vê sempre qualidades nos liderados e os motiva a irem em frente apesar das dificuldades; 4. Líder desmotivador: só vê os defeitos dos liderados, não vê as qualidades dos mesmo e não acredita no potencial dos outros; 5. Líder centralizador: só ele faz, só ele aparece, só ele é capaz...

03. MOISÉS - UM EXEMPLO DE LÍDER: ele ouvia os mais experientes; não fazia tudo sozinho – delegava responsabilidades; era democrático; era humilde; não buscava aparecer; sabia sua hora e seu lugar...

04. NÃO SEJA UM LÍDER: 1) Não seja Pedantista : demonstração ostensiva de que sempre sabe mais que os outros. 2) Não seja Megalomaníaco : mania de grandeza. 3) Não seja Paroleiro : falar exageradamente. Isso é uma forma disfarçada de mentir. 4) Não seja Reclamador : Nunca esta satisfeito. Nada satisfaz. 5) Não seja Inconstante : mudando de atitude a toda hora. 6) Não seja Egoísta : pensar somente em si , cuidar só de si. 7) Não seja Precipitado : tomar atitudes imprudentemente...

05. O LIDERADO: deve entender que ele é só uma peça essencial do grupo, mas que ele sozinho, não conseguir fazer nada – ele depende dos outros tanto quanto os outros dependem dele. O liderado deve respeitar o espaço do outro e não querer realizar tarefas que não são de sua competência (já pensou se a boca fosse fazer o trabalho do anus?!)– como está escrito em 1 Co 12.13-22. Cada liderado depende do outro e o trabalho de um complementa o trabalho do outro...

06. PROJETO: os ministérios da igreja tem seus respectivos líderes a quem compete  motivar, treinar e distribuir a funções de acordo com as habilidades de cada liderado. É dever do líder também buscar liderados com potencial e treiná-los e assim gerar novos líderes... O líder, ao conduzir o projeto de “seu” ministério, precisa saber o que pretende o ministério (missão) e onde o ministério quer chegar (visão); ele deve conhecer o potencial de seus liderados para explorar e as fraquezas dos mesmos para tratá-las. A execução do projeto deve ter o mínimo de organização (datas, atribuições, material necessário, planejamento a curto e longo prazo...) para que o mesmo funcione e seja produtivo...

07. CBE: o líder deve ser um hábil administrador da “Conta Bancária Emocional - CBE”, que consiste em elogiar sempre que possível, compreender o liderado e motivá-lo (“depósitos”), para que quando precisar chamar atenção ou cobrar o liderado (“saque”), a CBE não fique no vermelho. O líder dever sempre ter sua CBE com saldo!

08. ÉTICA: um líder não deve nunca, sob hipótese nenhuma, depreciar o trabalho de outro líder, de outra equipe ou de seu antecessor. Ele deve entender que se seu antecessor deixou de fazer algo, ele também deixará, e o antecessor falhou em alguma coisa, ele também irá falhar; é verdade que todos seremos tentados a fazer comentários acerca dos outros, mas o princípio cristão proíbe. Você preta conta de seu trabalho e seu antecessor presta do dele!

09. MOTIVAÇÃO:  em 1 Co 3.1-14 temos uma excelente explanação acerca do que pode nos motivar no exercício da liderança: fazer por partidarismo (eu sou de Paulo!), achando-se auto-suficiente (madeira!), por aparência (palha) ou esporadicamente (feno) nunca; mas fazer para promover a glória de Deus (ouro), pela salva das almas (prata) ou no exercício dos dons e produzindo os frutos do Espírito (pedras preciosas), isso sim é digno de um bom líder!

10. O líder não sonega informação ao liderado para que o mesmo fraqueje e ele chegue como “o salvador da pátria”; o líder não permite, e nem estimula, um clima de rivalidade ou de disputa entre os liderados; o líder não expõe as fraquezas de seus liderados; o líder não joga com o emocional do liderado para desestabilizá-lo; o líder não deprecia a idéia de um liderado só porque a idéia não foi dele...

 



Escrito por Pr. Medeiros às 15h41
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PENSE NISSO!

 

Era uma vez quatro pessoas que se chamavam TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM. Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO acreditava que ALGUÉM é que iria executá-lo. QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM o fez. ALGUÉM ficou aborrecido com isso, porque entendia que a execução do trabalho era responsabilidade de TODO MUNDO. TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia executá-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO não o faria. TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito!

 

Quando o líder é incapaz de orientar adequadamente seus liderados a equipe fica perdida e o resultado é o acima apresentado. QUE TIPO DE LIDERADO OU LIDER É VOCÊ?



Escrito por Pr. Medeiros às 07h36
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CUIDADO COM A FAMILIA TADOR

Uma revista destinada a executivos criou uma “historinha” para ilustrar os diferentes tipos de pessoas que formam uma equipe (nosso caso a igreja ), cujo título era: “VOCÊ CONHECE A FAMÍLIA TADOR? Eles penetram em toda organização. Há o DICK TADOR, que quer dirigir tudo; RO TADOR tenta mudar tudo; AGI TADOR suscita problemas sempre que possível e IRRI TADOR sempre dá uma mão; sempre que são sugeridas novas mudanças, HESI TADOR e VIGI TADOR derramam água fria sobre as mesmas; IMI TADOR tenta imitar a todos e DEVAS TADOR gosta de ser um transtorno ; POTEN TADOR quer ser o maioral. Mas é FACILI TADOR, COGI TADOR e MEDI TADOR que sempre salvam o dia e conseguem unir a todos”

.A igreja é um corpo onde cada membro tem uma função específica e intransferível. A atitude de cada um interfere positiva ou negativamente sobre o outro e o resultado final dessa interação resultando na igreja que somos. Dentro desse processo de interdependência você é que membro da família Tador? Seu comportamento, enquanto membro da igreja, tem gerado que resultados? Que Tador você é?Nós, enquanto membros da família de Deus, devemos perdoar as falhas do outro, levantar os fracos, atender as necessidades do irmão, promover a unidade e a comunhão, ser pacificador, estar pronto a repensar nossos paradigmas, a fazer algo novo, a transformar o velho e a não contaminar o grupo com a dúvida, a falta de amor, o querer ser o primeiro; querer ser servido em vez de servir... PENSE NISSO!!!

 



Escrito por Pr. Medeiros às 07h35
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O QUE A CORDONIZ E O PAVÃO NOS ENSINAM

A cordoniz é uma ave conhecida por sua capacidade de camuflar-se entre a vegetação da caatinga e assim livrar-se de seus predadores e caçadores; já o pavão se destaca por suas penas coloridas que a todos seduz. Você deve estar pensando o que isso tem haver com você, não é mesmo?

 

Bom, a cordoniz pode ser muito hábil para esconder-se, mas essa capacidade a deixa tão autoconfiante que um caçador experiente é capaz de pegá-la com a mão. Isso nos ensina que quando nos sentimos muito capazes ou auto-suficientes, deixamos de ver nossas vulnerabilidades e nos tornamos presas faceies da soberba e do destruidor de ministérios e líderes.

 

A cultura popular diz que o pavão sente-se tão envaidecido com sua plumagem que não olha para os próprios pés, visto serem os mesmos muito feios Algumas pessoas são assim, escondem suas fraquezas e medos por traz de uma fachada; procuram transparecer serem muito fortes, muito capazes, muito espertas… para esconderem seu(s) ponto(s) fraco(s). Não esqueça que só uma pessoa muito forte é capaz de admitir suas fraquezas!

 

Em ambos os casos a soberba está presente e a Bíblia diz que Deus resiste aos soberbos e dá graça aos humildes (Tg 4.6), isso sem falar que foi esse o pecado que derrubou Lúcifer do Céu e o pecado que tem destruído líderes e ministérios. Não esqueça, o Senhor lhe chamou para ser ovelha e não pavão ou cordoniz. PENSE NISSO!



Escrito por Pr. Medeiros às 07h34
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VAMPIROS EMOCIONAIS

VAMPIRO BONZINHO

O psicólogo americano Albert Bernstein definiu no livro “Vampiros emocionais” os tipos mais comuns de parasitas da alma. Entre eles está o vampiro-bonzinho, aquele que faz tudo para você sem que peça ou sequer queira que ele faça algo. Você se torna obrigada a retribuir tantas gentilezas. Quando se dá conta, tornou-se escrava desse parceiro tão “bonzinho”, fazendo tudo o que ele quer.

VAMPIRO DEPRESSIVO

Esse está sempre de astral baixo e exige, de forma direta ou indireta, que você o anime num passe de mágica. Para o psicanalista Gley Costa, todo ser humano apresenta em sua conduta aspectos amorosos não amadurecidos, revelando fixações em etapas infantis do desenvolvimento, como, por exemplo, o amor possessivo, aquele que exige do outro uma satisfação plena e permanente, representando uma forma de vampirismo emocional.

VAMPIRO INIMIGO DO PEITO

Para o psicanalista José Renato Avzaradel, as histórias de vampiro despertam tanto interesse justamente porque todos nós tivemos a experiência de nos alimentarmos do corpo de outra pessoa. A psicanálise, segundo ele, aponta para uma relação entre a amamentação e o vampirismo. Nas duas situações, um ser humano tira o seu alimento de outro ser humano. Mas no caso do vampirismo essa alimentação se dá com uma grande dose de destrutividade, na qual o objeto que alimenta é destruído para prolongar a vida indefinidamente.

VAMPIRO ROCK’N’ ROLL

Estes adoram farra, segundo o americano Albert Bernstein. São os mais sensuais, entusiasmados e divertidos. As pessoas se afeiçoam a eles rapidamente e são enganadas na mesma velocidade. Fora a diversão passageira, não têm nada a dar, mas vão tomar o que puderem para manter a sua euforia.

VAMPIRO NASCISISTA

Esses têm um ego enorme, segundo Bernstein, mas são  pequenos em todo o resto. Eles são arrogantes, se acham o máximo e não vêem ninguém. Querem sempre elogios e reconhecimento e usurpam para si a glória dos outros. No fundo, têm uma auto-imagem extremamente negativa e se consideram piores que todo mundo.

VAMPIRO CONSUMISTA

Como não conseguem afeto, esses querem coisas e jamais estão satisfeitos com o que recebem dos outros. O dinheiro tem uma importância vital, mas ele nunca será suficiente. Está sempre faltando, para desespero do parceiro, que não vai satisfazer suas necessidades, ainda que seja um multimilionário.

VAMPIRO VÍTIMA

É aquele que se faz de coitado e de infeliz para manipular os incautos à sua volta.



Escrito por Pr. Medeiros às 07h33
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Lições do caso Neymar para a sua carreira

Divergências com profissional que se destaca exigem do líder postura conciliadora

 

     Os desentendimentos entre o jogador de futebol Neymar e o técnico Dorival Júnior, que resultaram na demissão do ex-treinador do Santos, refletem uma situação que não é exclusiva do mundo do esporte. Gerenciar talentos é um desafio que faz parte da rotina de muitos líderes.

     Se, em um primeiro momento, ter uma estrela na equipe parece uma dádiva, com o tempo o cenário pode assumir contornos mais complexos caso o profissional comece a questionar de forma incisiva as decisões do chefe e os rumos do trabalho. “O líder deve acompanhar de perto a evolução do profissional e ressaltar constantemente os valores e regras da empresa e do grupo. Para isso, o melhor caminho é o diálogo, a orientação”, afirma Carlos Betinas, sócio da DRH Talent Search.

     Na visão do especialista, olhar somente os resultados acreditando que os fins justificam os meios é uma postura perigosa. “Ao mesmo tempo em que incentiva o crescimento, o chefe deve impor limites”, diz. “Cabe ao líder extrair o que há de melhor no funcionário, do ponto de vista técnico e comportamental. Além disso, ele deve agir como conciliador, evitando que comparações e ciúmes que abalem a equipe”, afirma a consultora do BSP Career Sandra Cruz.

     Expor pontos fortes do profissional que se destaca para motivar os demais pode ser uma forma de minimizar conflitos. “O líder deve saber o momento para se impor e para apoiar o profissional. O apoio deve ser público e a punição, privada”, sugere Alfredo Behrens, professor do Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP), com especialização em liderança.

     Behrens afirma que a sociedade tende a ser tradicional e exigir obediência, mas o líder deve ser mais compreensivo. “É um trabalho mais parecido com o de um pastor do que com o de um guardião da prisão.”

     Gestão de conflitos

     O professor fala com a experiência de quem já vivenciou situações de crise. Ao participar de um projeto no exterior, o especialista liderou um grupo de docentes e enfrentou dificuldades na hora de realizar mudanças no direcionamento do projeto. “Quando anunciei, em um restaurante, que havia uma nova orientação para o trabalho, um dos participantes se levantou e começou a gritar e a me xingar.”

     Behrens manteve o sangue frio e esperou o participante do grupo se sentar para explicar as razões da mudança. “Depois disso, olhei para ele e disse que, em função de estarmos nos comunicando em inglês, não havia entendido exatamente o que ele tinha dito e perguntei se ele gostaria de repetir. Ele se calou”, afirma.

     De acordo com o professor, a mudança foi realizada. Mesmo depois do fim do projeto, o grupo manteve um bom relacionamento. “O líder não pode perder o controle”, diz.

     Embate direto

     Se, mesmo depois de muito diálogo, o relacionamento continua difícil, o chefe pode levar os problemas a um patamar mais elevado. “A questão só deve ir para outro nível hierárquico quando se esgotarem todas as possibilidades de acordo”, diz Sandra.

     Em alguns casos, a situação atinge tais níveis que acaba em demissão. “Às vezes é melhor perder um talento do que correr o risco de criar um ambiente que desmotiva toda uma equipe”, explica Betinas.

 

FONTE:

http://economia.ig.com.br/carreiras/licoes+do+caso+neymar+para+a+sua+carreira/n1237783114383.html



Escrito por Pr. Medeiros às 16h56
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PENSE NISSO

 

Não prestes atenção em todas as palavras que se dizem, para que não ouças dizer que teu servo fala mal de ti; porque teu coração bem sabe que tu mesmo, muitas vezes, falaste mal dos outros (Ec 7.21,22).



Escrito por Pr. Medeiros às 15h43
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LIDER FRACO?!

 

     Tenho pensado nesses dias na forma mais adequada para o líder lidar com um liderado, ou com a equipe toda, quando esse está, aparentemente, com um rendimento abaixo da média.               

     Nesse caso, penso que o mais correto seria:

     1. Chamar o liderado para uma conversa franca, com vistas a identificar se ele está desmotivado (e nesse caso descobrir o porquê!); se é o ritmos de trabalho dele que é mais lento que o dos outros; se a ele está faltando informação ou foco na execução do projeto. Nesse caso serias um trabalho de mentoria;

     2. Nunca apelar para a chantagem emocional. Nessa área os recursos são os mais variados e sutis possíveis: insinuar que o liderado é substituível (e por alguém muito melhor do que ele!); dizer que o liderado não está fazendo nada (mesmo que antes tenha dito exatamente o contrário!);

     3. Nunca esconder-se por traz de outros liderados (tipo repetindo coisas que outros disseram) para abordar o suporto liderado “incompetente”. O líder deve ser integro no seu relacionamento com os liderados.

     Penso que um líder que se relaciona com seus liderados na base de artifícios tão “baixos” só pode ser muito fraco e muito maquiavélico. Um líder cristão deve agir de outra forma.



Escrito por Pr. Medeiros às 15h17
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" Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis" (Bertold Brecht)



Escrito por Pr. Medeiros às 06h34
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